A Suíça desde 1989

Visão de um bar em hotel moderno entro duma fortaleza militar antiga
No forte militar de outros tempos San Carlo, no desfiladeiro do Gotthard, encontra-se hoje instalada a unidade hoteleira e de congressos La Claustra. © F. J. Meier

Com o final da Guerra Fria e dos inúmeros processos de globalização, as condições gerais econômicas e da política externa alteraram-se rápida e permanentemente. Do ponto de vista econômico, a Suíça reagiu de forma flexível, com o seu ponto de foco no setor dos serviços, e também conseguiu afirmar a sua forte posição ao nível mundial após as recessões econômicas e as crises internacionais (1991, 2001, 2008). 

Na política externa, a importância de regulamentos e organizações supranacionais rapidamente cresceu. No ambiente suíço, isso verificou-se, acima de tudo, com o desenvolvimento acelerado da União Europeia (UE, anteriormente CEE) desde 1992. Desde então, a UE cresceu dos iniciais 12 para os atuais 28 estados-membros. 

Nestas circunstâncias, a Suíça abrandou cuidadosamente a sua política estrita de neutralidade, abriu-se para algumas iniciativas internacionais, permanecendo, porém, à distância, especialmente em relação à UE. As discussões em torno da política europeia contribuíram para uma rápida ascensão do partido nacional conservador SVP, que, no início do século XXI, se tornaria o partido mais forte, de longe. O consociativismo, com a sua “fórmula mágica”, apenas se adaptou, com dificuldades a este desenvolvimento.

A Suíça desde 1989 (PDF, 21.9 kB, English)